segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Nicolau Copérnico - O Que Você Pode Não Saber Sobre a História Dele


Os livros-textos em física costumam nos mostrar Copérnico como o descobridor do heliocentrismo, injustiçado pela Igreja Católica. Pois agora os leitores têm acesso através deste blogue a dois trabalhos que desfazem este mito propagado e ensinado até pelos melhores livros-textos de física. Os trabalhos criticam a postura dos autores desses livros-textos e nos mostram que a história é muito diferente da que geralmente nos ensinam:

http://www.cienciamao.if.usp.br/tudo/exibir.php?midia=cbef&cod=_ainvisibilidadedospressu

http://www.cienciamao.if.usp.br/tudo/exibir.php?midia=cbef&cod=_apremissametafisicadarev

Destaco aqui alguns trechos bem interessantes que se encontram nos links acima:

"A literatura sobre a análise do conteúdo dos livros-textos tem assinalado a existência de um grande número de discursos ideológicos[...]No campo das ciências, tem sido evidenciada também a presença de várias distorções filosóficas, históricas e conceituais[...]".

"[...]O que levou Copérnico a tirar o centro do mundo da Terra e colocá-lo nas proximidades do Sol? Vejamos como alguns autores se pronunciam sobre esta pergunta:

'Sua idéia de colocar o Sol, em lugar da Terra, no centro do Universo, não resultou de novas observações, mas sim de uma nova interpretação de fatos bastante conhecidos há muito tempo, à luz de concepções semi-religiosas, platônicas e neoplatônicas'[...] Para os platônicos e neoplatônicos o Sol 'tem a mesma função no Universo das coisas visíveis do que a idéia do bem no universo das idéias'[...] O Sol, por conferir luz, vitalidade, crescimento e progresso às coisas visíveis, deve ocupar o status mais elevado na ordem das coisas da natureza. 'Se o Sol tinha um papel tão importante, se merecia o status de divino (...), não poderia girar em torno da Terra. O único local apropriado para uma estrela de tal nobreza era o centro do Universo. Por isso, a Terra devia girar em volta do Sol' [...].

'Certamente nenhuma posição inferior no espaço ou no tempo podia ser compatível com a dignidade do Sol e com sua função criativa. (...) As suas fontes (fontes de Copérnico) imediatas são neoplatônicas'[...] A motivação de Copérnico para rejeitar a hipótese geocêntrica era metafísica[...].

[...]

Uma passagem do próprio Copérnico explicita de maneira indubitável a sua inspiração metafísica ao colocar o Sol no centro do Universo:

'No meio de todos os assentos, o Sol está no trono. Neste belíssimo templo poderíamos nós colocar esta luminária noutra posição melhor de onde ela iluminasse tudo ao mesmo tempo? Chamaram-lhe corretamente a Lâmpada, o Mente, o Governa-dor do Universo; Hermes Trimegisto chama-lhe o Deus Visível; a Electra de Sófocles chama-lhe O que vê tudo. Assim, o Sol senta-se como num trono real governando os seus filhos, os planetas que giram à volta dele'.

[...]

A mesma fundamentação metafísica -o neoplatonismo- decidiu que, posteriormente a Copérnico, Kepler e Galileu abraçassem as idéias copernicanas.

[...]

Diversos historiadores e epistemólogos têm mostrado que a revolução científica -na qual Copérnico foi um dos principais protagonistas no século XVI, culminada com a Mecânica Newtoniana no século XVII- somente foi possível graças a uma mudança das concepções metafísicas, de uma retomada do platonismo.
A importância das idéias metafísicas no desenvolvimento da ciência, de um modo geral (não apenas no Renascimento), levou Popper a definir um 'programa metafísico de pesquisa' :

'Ao empregar este termo, pretendo chamar a atenção para o fato de que, em todas as fases do desenvolvimento das ciências, estamos sob influência de idéias metafísicas, isto é, idéias não testáveis, idéias que não só determinam os problemas de pesquisa que vamos escolher, como também os tipos de resposta que vamos considerar corretos, satisfatórios ou aceitáveis e como melhoramentos ou progressos relativamente às respostas anteriores'. (Popper, 1989; p. 169...)".


Boa leitura a todos!


PS¹: Se quiser, leia também a verdadeira história de Galileu aqui e aqui.
PS²: Fico eu pensando acerca dos muitos críticos, que aqui, prefiro chamar de críticos-ignorantes, que afirmam que a ciência só diz respeito ao que pode ser observado, que a ciência é puramente objetiva e não sofre influência da subjetividade e que a religião empacou e empaca a ciência mesmo diante da história da ciência que comprova que essa[ciência] só foi pra frente por causa também da religião, do misticismo. Textos como esses são uma paulada na cabeça dessas "mentes" que assim pensam.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Enquanto Isso...No Reino Da Biologia...

Fica cada vez mais difícil continuar com o mantra de que o Design Inteligente não é ciência.

Para que os leitores entendam melhor, peço que leiam aqui, aqui e aqui, onde falo sobre a Teoria do Design Inteligente, as mentiras mais comuns na internet sobre o Design Inteligente e a suposta refutação que alguns cientistas e leigos darwinistas gritam aos quatro cantos em relação ao Design Inteligente, mas que quando começamos a perceber que essas mesmas pessoas não têm noção básica do que venha a ser a Teoria do Design Inteligente, começamos também a nos perguntar como elas refutaram algo que NEM CONHECEM? Gostaria que os leitores lessem também os comentários nos links acima para entenderem que os debatedores evolucionistas caem nos mesmos erros quando vão falar sobre o Design Inteligente e o que é pior, eles se limitam a lerem livros e artigos que falam contra o Design Inteligente, mas não lêem livros e artigos que falam a favor do Design Inteligente, o que os fazem cometer os mesmos erros que os seus autores anti Design Inteligente cometem.

Mas continuando o argumento logo acima de que está cada vez mais difícil continuar com o mantra de que o Design Inteligente não é ciência e é criacionismo disfarçado, apresento aos senhores alguns "sem-religião" que são a favor do Design Inteligente: Steve Fuller, Bradley Monton, David Berlinski, para citar só alguns.

E os artigos revisados por pares? Pois bem! Estão todos bem aqui, para quem quiser ler e aprender sobre o objeto de estudo do Design Inteligente.

E os cientistas a favor do Design Inteligente? São mais de 300 Ph. Ds. , alguns de Harvard, Stanford, Princeton e Yale. Os leitores poderão ler sobre alguns desses cientistas aqui.

Gostaria que os leitores prestassem bastante atenção a muitos defensores do darwinismo que dizem que o Design Inteligente não passa de religião, uma conspiração para se colocar o Deus judaico-cristão no que chamam de "lacunas da ciência". A maioria das pessoas que usam esse argumento são NEO-ATEÍSTAS, leitores de Dawkins e companhia, que acham que ciência e religião são inimigas e que acham que o mundo seria bem melhor sem religiões e que além disso, constituíram o naturalismo filosófico como FILOSOFIA DE VIDA e têm a Teoria da Evolução como ÚNICA OPÇÃO DENTRO DA CIÊNCIA PARA AS SUAS "ALUCINAÇÕES" ATEÍSTAS. São pessoas que NÃO ESTÃO COMPROMETIDAS COM AS EVIDÊNCIAS, MAS ANTES, COM A DEFESA DE SUA FILOSOFIA DE VIDA [E isso é verdade para muitos religiosos igualmente, mas a diferença é que a maioria dos religiosos não usam a ciência como suporte para as suas visões particulares de mundo, ao contrário do que os neo-ateístas SEMPRE fazem].

O fato é que, questionar a Teoria da Evolução passou a ser sinônimo de "fundamentalismo religioso" ou "criacionismo fundamentalista". E qualquer questionamento à mesma, acarreta sempre esta crítica da parte dos darwinistas, mas principalmente dos DARWINISTAS NEO-ATEÍSTAS. E assim, questões sérias que são levantadas, novas respostas e descobertas científicas, e o próprio avanço científico, ficam limitados por estas questões que têm muito mais a ver com defesas de visões particulares de mundo, do que qualquer outra coisa. E é realmente CATASTRÓFICO que isso ocorra dentro da própria ciência, o que nos mostra que a dicotomia "objetivo x subjetivo" não é nada óbvia como pensavam os cientistas de tempos atrás. Resumindo: NÃO EXISTE NEUTRALIDADE NEM DENTRO DA CIÊNCIA!

Sobre o neo-ateísmo, eu recomendo este blogue. E sobre o Design Inteligente, suas descobertas, seus trabalhos e muito mais, recomendo este outro blogue. Vale a pena conferir!!!

Jesus Existiu? Quais As Provas? Podemos Confiar Nos Evangelhos? Quais As Provas? Assista a Este Documentário Para Saber!

Este documentário foi produzido por um ex-ateu que não queria acreditar nos evangelhos até ter provas o suficientes de que eles seriam confiáveis. Como ele era um jornalista, passou 2 anos da sua vida atrás de estudiosos nesta área. Tudo o que ele encontrou por este caminho de dois anos, ele nos relata agora no seu documentário, que tem a participação de vários estudiosos. Perguntas variadas e dúvidas levantadas [Por exemplo: Se os evangelhos são cópias de cópias de cópias, como posso saber que eles não foram deturpados? Existem fontes extra bíblicas que falam sobre a existência de Jesus? Etc.] por muitos céticos, são respondidas no documentário. Vale a pena verificar, mesmo se você for um cético, ou somente um curioso sobre assuntos como este.

Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3
Vídeo 4
Vídeo 5
Vídeo 6
Vídeo 7
Vídeo 8


PS: Se quiser, veja mais sobre a bíblia aqui.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DNA Do Homem De Neandertal é 99,9% Igual Ao Nosso


O homem de Neandertal viveu na Europa da Idade do Gelo por 150 mil anos. Eram nossos parentes mais próximos – até serem extintos, há 30 mil anos. Mas teriam eles desaparecido completamente? Ou sobrevivem, ainda que parcialmente, dentro de nós? No dia 12, comemorando o bicentenário de Charles Darwin, o geneticista sueco Svante Pääbo anunciou o sequenciamento parcial do DNA do Homo neanderthalensis, de amostras extraídas de seis indivíduos. “É a primeira vez que o genoma completo de um organismo extinto foi sequenciado”, afirmou Pääbo em Chicago, na reunião anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS). Pääbo, de 53 anos, foi o pioneiro em isolar genes do Neandertal, em 1997. Ele, hoje, é diretor do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, em Leipzig, na Alemanha.

O mapeamento do DNA do homem de Neandertal é um feito notável. A maior parte do material genético saiu de um fêmur de 38 mil anos, desenterrado em uma caverna na Croácia. Outros pedaços vieram de sítios arqueológicos na Rússia, Espanha e Alemanha. Cada fóssil tinha poucos fragmentos de DNA aproveitáveis. A equipe de Pääbo teve de sequenciar os genes de todos os fragmentos, para depois juntar o quebra-cabeça. Conseguiram decifrar 3 bilhões de letras, que correspondem a 63% do DNA.

Os primeiros fósseis do homem de Neandertal foram achados na Alemanha, no Vale de Neander (Neanderthal, em alemão), em 1856. Por causa de sua testa grande e esqueleto atarracado, diferentes dos alemães do século XIX, os homens de Neandertal foram considerados “homens das cavernas”. Conhecer o DNA de um ser tão parecido conosco é fundamental para entender, afinal, o que nos torna humanos. Comparar a carga genética do Homo neanderthalensis com a do Homo sapiens permitirá retraçar passos recentes de nossa evolução, como o surgimento da fala e o desenvolvimento do cérebro. Já se sabe, por exemplo, que o homem de Neandertal tinha o mesmo gene FOXP2, que nos humanos está ligado à fala e à linguagem. Esse gene é diferente nos chimpanzés, que compartilham 98,5% de nosso DNA. “Não há razão para acreditar que o homem de Neandertal não podia falar”, diz Pääbo. “Mas existem muitos outros genes envolvidos na fala e na linguagem. Ainda há muito estudo a ser feito.” Com o DNA decifrado, dá para ressuscitar o homem de Neandertal? “Não. Seria tecnicamente impossível.” O geneticista continuará acumulando o DNA de 20 homens de Neandertal para preencher as lacunas que faltam e completar o genoma.

Em 2001, descobriu-se que os homens de Neandertal eram ruivos. Desde então, especula-se se os cabelos ruivos, presentes em 2% da humanidade, teriam sido herdados deles. Pääbo calcula que as duas espécies têm entre 99,5% e 99,9% de genes idênticos. Trata-se da mesma diferença genética (de até 0,5%) que se observa entre os 6,7 bilhões de humanos. Será que os homens de Neandertal formavam outra espécie? Ou eram gente como a gente?

Uma análise preliminar mostrou que uma parte muito limitada de seus genes faz parte do DNA humano, diz Pääbo. “É provável que o cruzamento entre as duas espécies fosse possível”, diz Chris Stringer, antropólogo do Museu de História Natural, de Londres. “Mas deve ter sido muito rara. Havia muitas diferenças físicas e culturais entre elas.”

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI26680-15224,00-DNA+DO+HOMEM+DE+NEANDERTAL+E+IGUAL+AO+NOSSO.html

PS: O debate sobre os homens de Neandertal serem ou não da mesma espécie que a nossa, já é de há muito tempo. Mas depois do mapeamento do DNA do homem de Neandertal, houve crescimento de defensores da hipótese de o homem de Neandertal e nós, sermos da mesma espécie, por causa da ENORME semelhança genética. Será mesmo que o homem de Neandertal era de espécie diferente da nossa? Muitos cientistas estão certos de que não, apesar do pesquisar Pääbo parecer defender a hipótese de duas espécies distintas.

PS²: Até hoje na biologia, não se sabe ao certo a definição de espécie. Por aí, o leitor já pode perceber que a classificação que fazemos hoje dos animais, não significa uma verdade, mas uma hipótese que pode ser mudada a qualquer momento, de acordo com as evidências.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Resposta à resposta de Dawkins

"Richard Dawkins finge que responde a pergunta de uma aluna do colégio Randolph-Macon Woman's in Lynchburg.

Acompanhe mais erros básicos de lógica do Sr Dawkins".





http://www.youtube.com/watch?v=5-3h85qiK6g

domingo, 1 de novembro de 2009

Animal Desconhecido - Quantos Deles Deve Haver Por Aí?


Encontrada estranha criatura preservada em âmbar por 100 milhões de anos: uma mosca com três olhos acima de um par de chifres.

Descoberto em uma mina no vale de Hukawng, em Myanmar, o fóssil tem entre 97 milhões e 110 milhões de anos e viveu no período Cretáceo. A substância pegajosa da árvore que a rodeou se encarregou de preservar em detalhes sua anatomia – as únicas partes faltando de seu corpo são a porção esquerda do abdome e uma parte de uma das patas esquerdas.

Chamada de Cascoplecia insolitis – do latim “cascus”, que significa velho, e “insolates”, de insólito, estranho, incomum – ela é diferente de todas as espécies de inseto já descritas na biologia. Isso significa que se trata de uma família, gênero e espécie completamente novos.

Apesar de suas asas serem parecidas com as encontradas na família Bibionomorpha, ela possui antenas de formas peculiares, pernas muito longas e pequenas mandíbulas que teriam limitado suas mordidas a porções bem pequenas de comida - além dos chifres e dos três olhos funcionais.

Os pesquisadores da Universidade Oregon State, que estudam o achado, acreditam que essas duas características funcionavam como mecanismos de defesa e ofereciam uma vantagem na alimentação de flores pequenas, mas não eram tão vantajosos para flores maiores. Por isso, talvez, elas não tenham tido sucesso evolutivo – já que nenhum outro inseto descoberto possui um chifre como este, ou muito menos olhos acima dele.

Mas apesar da aparência monstruosa, acredita-se que a mosca era uma pacata herbívora que se alimentava de pólen e néctar em pequenas flores tropicais. Suas longas patas, que a ajudariam a subir nas plantas, estavam recobertas de pólen também preservado no âmbar.

Aliás, para os que já fizeram a associação do âmbar com o mosquito do filme “Parque dos Dinossauros”, ficou claro que, em se tratando de um herbívoro, o fóssil não possui vestígios de sangue de Tiranossauro dentro de si.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/achado-fossil-de-mosca-com-chifres-e-3-olhos-28102009-5.shl


PS: Isso me faz pensar o quanto Karl Popper estava certo quando nos advertiu quanto ao perigo da indução. Coisas do tipo: Se a maioria das pessoas só vêem cisnes brancos, logo, só existiram/existem cisnes brancos. E isso me faz pensar também que, diferentemente do que a maioria das pessoas pode pensar, a criptozoologia deve ser levada mais a sério também! Quantos animais considerados lendários, podem ter existido e existem ainda? Se os cientistas deixarem seus pré-conceitos e tradições de lado dentro da ciência, poderemos descobrir grandes surpresas através de questões como essas.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Neurociência e Religião


A neurociência está engatinhando ainda [é uma ciência extremamente nova], mas muitos cientistas já decretaram que Deus não passa de um produto do cérebro. Orgulho, cientismo, ingenuidade e ignorância quanto ao seu próprio trabalho, podem ser atribuídos aos cientistas que assim pensam, que parecem desconhecer a enorme limitação até mesmo da tecnologia com que trabalham. E pasmem! Alguns desses cientistas estão até supondo que a neurociência nos dará as respostas para todos os mistérios que nos cercam, uma atitude até mesmo anticientífica!

Deixo logo abaixo um artigo da Sociedade Portuguesa de Ciências Cognitivas para os leitores perceberem a estupidez do tipo de cientista citado logo acima:

http://jcienciascognitivas.home.sapo.pt/09-03_reimao.html

PS: Para acompanhar esse artigo, sugiro que os leitores leiam isto.

A Teoria Da Evolução Refuta o Teísmo?

Alguns ateístas acham que a Teoria da Evolução é incompatível com o teísmo. William Lane Craig mostra de forma simples, o contrário: Nem mesmo a Teoria da Evolução pode refutar o teísmo!



http://www.youtube.com/watch?v=aJz63BESzrk


PS¹: Craig no vídeo não se refere à origem da vida, mas aos passos na evolução humana. Os autores do livro citado por Craig, com certeza levaram em consideração os mecanismos da evolução que conhecemos hoje para fazerem as suas estatísticas. Percebam que os autores levaram em conta as leis naturais, pois se referem ao surgimento do genoma humano pela natureza[isso inclui os mecanismos da evolução e a história evolutiva ao longo do tempo também]. Sabemos que em ciência, improbabilidade não significa que algo seja impossível, mas também sabemos que não significa que algo seja real. Por exemplo: Para a ciência, um ovo quebrado voltar a ficar inteiro é muito improvável, mas não impossível, mas isso não significa que o ovo voltar ao seu estado normal depois de quebrado seja algo que ocorrerá na realidade.
PS²: A história deixa claro que o pensamento do Gênesis não ser interpretado em 6 dias literais, aconteceu muito antes de Darwin e isso pode ser lido em vários livros de filósofos cristãos como Descartes, por exemplo. Esta idéia do Gênesis não ser interpretado em 6 dias literais, diferentemente do que muitos pensam, não é uma adaptação da religião à Teoria da Evolução, mas é um pensamento de muito antes da Teoria da Evolução segundo Darwin-Wallace.